terça-feira, 28 de julho de 2009
Trouble in paradise
Imagine que Adão fosse gay ou que a Eva também não gostasse de maçãs. Eu, por exemplo, não gosto.
Imagine então que, no momento da crucificação, quem assistisse ao espetáculo (hoje vulgo Paixão de cristo) ao invés de gritar por "Barrabás, Barrabás!", gritassem "Jessus, Jessus!". Fosse ele bonito como o pintam, deveriam ter gritado o seu nome por quem salvar. Não o rapaz que só faz essa ponta na história de como o mundo é mundo. E como Deus é Deus. Aí então, Jesus desceria da cruz com os pés amortecidos, comeria um pouco de terra na queda e ninguém daria a mínima pro cara
Vinte anos depois, quando Jesus e Madalena prosperariam e montavam sua primera marcenaria na judéia, isso sim criaria um certo desconforto em Pôncio.
Ele mandaria, apenas com uma aceno de mãos, seus capangas incendiar a marcenaria, e Jesus, durante à noite em um ato bastante sorrateiro.
De qualquer forma, assim como está é melhor, pois, do contrário, não teríamos metade dos feriados no calendário.
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Hahahahahaha, muito bom.
ResponderExcluirEmbora o Brasil seja, entre aspas, laico, esse garotão cabeludo é responsável por quase metade dos motivos pelos quais bebemos em meio de semana, não vamos à faculdade e dormimos até muito mais tarde.
Thanks, Jesus.